Juntos resolvemos os desafios do amanhã.
SAIBA MAIS →Os ensaios in situ em Uberlândia são fundamentais para caracterizar o comportamento real de solos tropicais e saprolíticos típicos do Triângulo Mineiro, atendendo às exigências da NBR 6484 e da NBR 7182. Nesta categoria abordamos métodos diretos de campo que validam parâmetros de compactação e resistência sem a perturbação inerente à amostragem, com destaque para o ensaio de densidade in situ (método do cone de areia), essencial no controle de aterros e camadas de pavimentação sobre os latossolos argilosos da região.
Obras de infraestrutura urbana, loteamentos e rodovias como os prolongamentos da BR-365 dependem desses ensaios para liberação de camadas compactadas. Além do controle de densidade, a integração com ensaios de resistência e deformabilidade complementa o diagnóstico geotécnico local, garantindo a segurança de fundações e taludes frente às variações sazonais de umidade características do Cerrado.
Definição da carga de protensão, comprimento livre e bulbo injetado com base em ensaios de arrancamento e perfil geotécnico local.
Especificação de bainhas, caldas especiais e dupla proteção para ancoragens definitivas em solos agressivos do Triângulo Mineiro.
Execução de ensaios de fluência, carga residual e arrancamento em tirantes conforme NBR 5629, com emissão de laudo técnico.
ABNT NBR 5629:2018 – Tirantes ancorados no terreno, ABNT NBR 6118:2014 – Projeto de estruturas de concreto, ABNT NBR 6122:2019 – Projeto e execução de fundações, EN 1997-1:2004 – Eurocode 7 (Geotechnical design), FHWA-IF-99-015 – Ground Anchors and Anchored Systems
A ancoragem ativa é protendida após a execução, aplicando uma carga controlada ao maciço. A passiva só entra em carga quando o solo se deforma. Em Uberlândia, usamos ativas em contenções com deslocamento limitado, como prédios vizinhos muito próximos, e passivas em taludes de corte onde pequenas deformações são admissíveis.
O projeto de ancoragens ativas ou passivas parte de aproximadamente R$ 100.000, variando conforme o número de tirantes, profundidade de escavação e complexidade do perfil geotécnico encontrado na região do Triângulo Mineiro.
A NBR 5629 exige ensaios de arrancamento em tirantes de sacrifício, ensaios de fluência para verificar a perda de carga ao longo do tempo e ensaios de recebimento em todos os tirantes de produção. Em solos colapsíveis como os de Uberlândia, também recomendamos ciclos de carga e descarga para avaliar o comportamento elastoplástico.
Já projetamos contenções ancoradas com mais de 20 metros de escavação em solo residual de arenito Bauru. O fator limitante não é a profundidade em si, mas a presença de matacões ou a proximidade do lençol freático. Ensaios CPT e SPT definem a viabilidade técnica em cada quadra da cidade.
Atendemos projetos em Uberlandia e sua zona metropolitana.